Estime placas pelo kWh da fatura

Informe o Estado e o tipo de ligação. A estimativa traz quantidade de placas, área dos módulos (sem corredor) e tempo de retorno — sem cadastro e sem orçamento.

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  • Resultado em segundos
  • Dados Protegidos

A tela é estimativa preliminar — não é orçamento nem ART.

Antes de simular: o que copiar da conta de luz

Abra a conta de luz. O formulário pede quatro coisas: Estado do endereço, tipo de ligação, valor a pagar e kWh.

O kWh está no quadro de Consumo ou Faturado — um número tipo 420, não o total em reais. A ligação (monofásico, bifásico ou trifásico) costuma aparecer como Tipo de fornecimento. Some os doze meses do Histórico de Consumo e divida por doze: o mês do ar-condicionado não é média. Os 30, 50 ou 100 kWh de mínimo valem para grupo B (baixa tensão). Se a fatura tiver demanda em kW, este simulador não se aplica. Se você já tem geração no telhado, não cole o kWh líquido do boleto.

Como ler a conta de luz
Tipo de ligação
R$
kWh

Sem compromisso. Sem necessidade de cadastro. Resultado na hora.

Henrique Corrêa, engenheiro eletricista. Responsável editorial e técnico desta ferramenta. Sobre.

Saiu o número. E agora?

Anote placas e a área dos módulos (sem corredor). No orçamento, peça o tamanho do gerador (kWp) e o watt do módulo. Se o módulo for outro, a quantidade de placas não tem que bater com a daqui — o tamanho do sistema, sim.

Ignore “conta zero”. Se o prazo do vendedor for bem menor que o desta tela, falta coisa no pacote. O passo seguinte é visita no telhado. Daqui não sai ART.

O que o projetista avalia no telhado

O que esta tela de propósito não calcula

Sombra, telhado para o sul, tipo de telha e se as placas cabem numa água só: visita. Esta tela não vê o telhado.

O prazo é à vista. Juros de banco, limpeza, troca de inversor e a TUSD Fio B da sua distribuidora não entram — o 30% da tela não é a alíquota da Lei 14.300. Bateria ou sítio sem rede da rua: outro projeto. Fatura com demanda em kW (grupo A) também.

Aviso legal

Como o simulador chega na estimativa

Depois de preencher o formulário, o modelo cruza o seu consumo em kWh com o sol médio do seu Estado (Horas de Sol Pleno: média estadual arredondada; no município o projetista usa SUNData/CRESESB ou o Atlas INPE) e com o tipo de ligação da fatura. Usa placa de 585 W, assume rendimento global de 80% — o kWp sai cerca de 25% maior do que numa conta sem perdas (÷ 0,8), não 20% a menos no kWh da fatura — e soma 1 placa de folga. Também reserva 30, 50 ou 100 kWh — o mínimo do grupo B (baixa tensão) que a concessionária cobra mesmo com telhado gerando — para não vender a ideia de conta em branco. É uma estimativa preliminar: não substitui projeto de engenharia e este site não emite ART. Fatura com demanda em kW (grupo A) fica de fora.

Metodologia do simulador: placas, área e retorno

Por que o Estado muda o tamanho do gerador

A irradiação média — Horas de Sol Pleno por Estado, com referência de trabalho no SUNData (CRESESB) e no Atlas INPE no ponto do município — não é a mesma em todo o país. O 5,0 que aparece em alguns estudos é a média simples das 27 UFs desta tabela, não a irradiação oficial do Brasil. O modelo cruza esse índice com o consumo em kWh e com a potência do módulo (585 W no simulador). Onde o sol rende menos ao longo do ano, o mesmo kWh pede um gerador um pouco maior. Copiar a quantidade de placas do vizinho de outro Estado quase sempre erra o projeto.

Os números concretos, com a conta aberta, estão no estudo de caso da biblioteca — não nesta página.

Quantas placas para 400 kWh? Minas x Paraná

Dúvidas frequentes

A conta de luz chega a R$ 0 com energia solar?

Não. Em baixa tensão (grupo B), a concessionária cobra um mínimo para manter você ligado à rede (30, 50 ou 100 kWh, conforme a ligação da fatura). A COSIP é da prefeitura, não deste piso. A tela monta a “nova conta” assim: o maior entre esse piso e um pedágio simplificado de 30% sobre o kWh compensado, mais uma COSIP de exemplo. Isso não é o boleto. Em 2026, para sistema protocolado depois de janeiro de 2023, a lei cobra 60% da TUSD Fio B naquele ano — uma fatia da TUSD, não 30% da tarifa cheia. Esse percentual sobe no calendário (75% em 2027, 90% em 2028) e não fica 60% pelos 25 anos da tela. GD I (protocolo até o início de 2023) segue outra regra. Se a fatura tiver demanda em kW (grupo A), este simulador não se aplica.

Por que o mesmo consumo pede mais placas em outro Estado?

Porque o sol médio do Estado (Horas de Sol Pleno, ou HSP) não é o mesmo no Brasil. O mesmo módulo gera menos energia no ano onde o sol rende menos, então o gerador precisa ser um pouco maior para o mesmo kWh. O simulador pede o Estado por isso: copiar o kit do vizinho de outro Estado erra o número. HSP já é média anual — inclui estação e dia nublado típico; telhado virado para o sul ou inverno atípico desvia da estimativa. Conta aberta: estudos de 300, 400 e 500 kWh.

O resultado substitui orçamento ou projeto de engenharia?

Não. A tela é estimativa preliminar com as regras à vista (módulo de 585 W, 80% de rendimento, sol médio do Estado e 1 placa a mais). Sombra, inclinação, telha e o watt da placa do orçamento só entram na visita. O modelo é ligado à rede da concessionária. Sítio isolado ou bateria de backup é outro projeto — o número da tela não se aplica. Use a estimativa para comparar propostas; não assine contrato sem profissional habilitado. Campo: o que o projetista avalia no telhado.

O que entra no payback — e o que a tarifa muda?

O prazo é o custo estimado do sistema dividido pela economia mensal projetada, a partir do valor da conta e do kWh que você informou. Tarifa implícita mais alta (R$ ÷ kWh) antecipa o retorno: cada kWh compensado vale mais. Não é média nacional. Não inclui juros de financiamento, limpeza, troca de inversor, homologação nem reajuste futuro da ANEEL — se a tarifa subir de verdade, rode de novo com a conta nova. A “economia em 25 anos” na tela é a economia anual vezes 25, sem degradação do módulo e sem inflação; o gráfico de 10 anos é outra conta. Recorte: como calcular o payback.

A lei e a taxa da fiação entram igual à conta da luz?

Não. TUSD Fio B é uma fatia da TUSD (fiação da distribuidora), não 30% do kWh cheio. A Lei 14.300 cobra um percentual só desse Fio B, conforme a data do protocolo: GD até o início de 2023 (GD I) segue outra regra; em 2026, sistema protocolado depois de janeiro de 2023 paga 60% do Fio B naquele ano — não 30% da tarifa e não 60% para sempre (75% em 2027, 90% em 2028; a partir de 2029 vale a regra da ANEEL). O simulador usa 30% sobre o R$/kWh que você informou, como ordem de grandeza, e na “nova conta” fica com o maior entre esse pedágio e o piso da rede. Não copia o boleto da sua distribuidora. O detalhe está na metodologia.

A limpeza das placas muda o número da tela?

O rendimento de 80% do modelo já representa, de forma agregada, inversor, cabo e sujeira média. Telhado abandonado (poeira, dejeto, folha) gera menos do que a estimativa. Limpeza não altera a matemática da Home; altera o que o sistema entrega depois de instalado. Subir no telhado é NR-35; inversor e string são NR-10 — não é tarefa doméstica. Rotina e vida útil: manutenção das placas.

O simulador escolhe como as placas se ligam?

Não. A tela estima quantas placas e quantos metros de módulo (sem corredor). Se as placas se ligam num inversor só ou cada uma no seu é decisão na visita, depois de ver sombra e as águas do telhado. Não peça esse recorte à calculadora. O que o projetista avalia no telhado.

Coloque o kWh e o Estado no simulador

Informe o consumo da fatura e a UF da unidade. A tela estima placas e payback — não é orçamento nem ART.

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